"E Deus disse: Certamente eu serei contigo"Êxodo 3:12

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Obrigada por nos visitar!

Nesse Blog, você vai aprender um pouco da Cultura Brasileira, as influências vindas na Colonização e muitas curiosidades.

O nosso objetivo é fazer conhecer o desconhecido sem preconceitos e acepção de pessoas, em uma visão totalmente Cristã, lembrando que as misturas de raças e costumes fizeram do Brasil um país totalmente vulnerável ao mundo espiritual. Aqui, você encontrará respostas para perguntas como estas:

O que significa o desenho do calçadão de Copacabana?

Por que a Praia de Copacabana no Rio de Janeiro tem este nome?

Como a Convenção Batista reagiu na época da introdução do Cristo Redentor no Corcovado?

O que quer dizer Sincretismo Religioso?

O que diz a Bíblia com relação ao mundo espiritual?

De onde vem a Capoeira?

O que é Infanticídio?

O que é Infanticídio Indígena?

Navegue na história Brasileira!

Será um prazer tê-lo como nosso seguidor e não esqueça de deixar o seu comentário, afinal a sua opinião é muito importante para nós independente do seu credo religioso!

TRAILLER DO FILME NAVIO NEGREIRO ( A Vinda dos Escravos para o Brasil)

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Trailler do Filme Navio Negreiro

O Filme Navio Negreiro... Relata as dezenas de escravos se libertam das correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham retornar para a África, mas desconhecem a navegação e se vêem obrigados a confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e assumem o comando.

Os Negros foram massacrados e humilhados, viveram nas Senzalas.

Senzala é resultado de sofrimento, de dor e morte, Senzala é maldição!

Ser Negro vai muito mais que esse passado doloroso que é mostrado, ser negro é ser filho de Deus!

Por isso, quando você ver um negro tenha orgulho dele e do quanto através dele a África influenciou o Brasil com sua Cultura. Lembre-se que a Cultura Africana é muito mais que uma Senzala. Escravidão nunca foi e nunca será um propósito de Deus, mas, do nosso único inimigo Satanás.


Reportagens 24hs sobre Infanticídio uma Cultura Indígena

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“Antes importa obedecer a Deus do que aos Homens”

A Bíblia nos ensina que não existe outro Deus, que somente através de Jesus se chega até ele.

Nos evangelhos dos apóstolos no Novo Testamento, Jesus diz: "Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vem ao pai se não por mim", "Na vida cabe morrer uma só vez, depois disso o juízo final". Então podemos ver que se quisermos chegar a Deus temos que conhecer a Jesus e aceitá-lo como nosso único e perfeito salvador e se morremos não voltaremos para ver nem contar nada a ninguém.

Uma vez com Jesus não precisamos buscar a ninguém para chegarmos a Deus, porque somente ele nos leva ao pai.

Assim disse Jesus: "Aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu pai", e ainda diz mais; “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro.” Mateus 6: 24. Por isso precisamos estar seguros em quem e em que confiamos para não tropeçar!

Se a Bíblia nos relata que morremos uma só vez a questão da reencarnação, da volta dos antepassados e da mediunidade cai imediatamente por terra. Ela fala também que somente Jesus Cristo é o caminho para se chegar a Deus, a crença em imagens de escultura de qualquer pessoa, animal ou mesmo ancestral, chamado de santo ou de deus cai por terra.

A Bíblia deixa claro ser contra a adoração à imagens de escultura uma vez que questiona estes deuses , que tem olhos mas não vêem, tem bocas mas não falam, tem pernas mas não andam! Como Deus que se fez carne, Jesus, morreu ressuscitou e hoje vive. Ele está entre nós através do Espírito Santo. Este sim é o único e verdadeiro espírito que provem de Deus. A partir disso, você vai analisar as reportagens que aqui estão postadas e através dessas informações, comece a pensar onde realmente está a "verdadeira verdade" e até que ponto tudo pode ser Cultura!

Entenda agora o que é Cultura: A palavra Cultura, segundo o dicionário Aurélio, pode ser definida como o conjunto formado pela linguagem, crenças, hábitos, pensamento e arte de um povo.

Esse conjunto de coisas transforma o conhecimento em costumes e dá formas aos estilos de vida. O grau de cultura de cada indivíduo o torna responsável pelas suas ações.

Isso quer dizer que devemos aprender informar e conhecer um pouco de tudo, reter somente o que realmente for bom.

Ai você me pergunta: Mas o que é bom? O bom para nós somente Deus pode saber, é por isso que devemos nos orientar através da Bíblia.

Na Bíblia você encontra respostas para todas as perguntas, sua importância é tão grande que até as leis dos U.S.A, foram fundamentadas na palavra de Deus. Através dela vamos falar onde esta o perigo pela influência que o Brasil sofreu na colonização e hoje são vistas como Cultura. Satanás não esta interessado em te assustar, mas em te enganar, ele quer te envolver pela vaidade e ganhar adeptos. Nos tempos modernos seu alvo é a Cultura! Por isso esteja atento!

A Cultura Brasileira reflete os vários povos que constituem a demografia desse país sul americano: os indígenas, europeus, africanos, asiáticos, árabes etc. Como resultado da intensa miscigenação e convivência dos povos que participaram da formação do Brasil, surgiu uma realidade cultural peculiar, que inclui aspectos das várias culturas principalmente portugueses e africanos. Os africanos contribuíram para a cultura brasileira em uma enormidade de aspectos: dança música, religião, culinária e idioma. Essa influência se faz notar em grande parte do país; em certos estados como Bahia, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

A cultura afro-brasileira é particularmente destacada em virtude da migração dos escravos, os bantos (Angola, Congo, Moçambique) os Nagôs e Jêjes (Povo Yorubá), que trouxeram influências como: o candomblé, a umbanda, a capoeira, o acarajé, assim como os europeus na devoção a imagens, a crença no espiritismo e muitas outras influências como as indígenas. Hoje, existe no Brasil uma mistura de raças, crenças e costumes que fazem parte da história Brasileira, mas muitas delas contradizem a palavra de Deus e se destacam como "Cultura".

SEMINÁRIO CONHECENDO A CULTURA DO INIMIGO

SEMINÁRIO CONHECENDO A CULTURA DO INIMIGO

CONHECENDO A CULTURA DO INIMIGO

"Conhecendo a Cultura do Inimigo" é um seminário que nasceu no ano de 2010 cheio de novidades e revelações.

Após muitas pesquisas e estudos dentro da palavra, é chegada a hora. Você não pode ficar de fora.

Ele conta com apostila, reportagens, filmes, documentários e testemunhos que comprovam tudo que será dito.

Entre em contato conosco e agende uma data em sua Igreja.

Jesus te abençõe.

Obs: Adquira a apostila do seminário com estas e muitas outras curiosidades. Com certeza você vai viajar nos bastidores da Cultura Brasileira! Entre em contato conosco pelo email abaixo.

Email: conhecendoaculturadoinimigo@hotmail.com

PR. JORGE LINHARES

PR. JORGE LINHARES
PR. JORGE LINHARES

“A nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados, potestades, contra dominadores desse mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Efésios 6.12).

Queridos Irmãos,

Satanás todos os dias se levanta contra a família brasileira, passamos da época em que ele era visto como uma bruxa de vassoura, nariz grande e vestida de preto como nos contos das estórias infantis.

Hoje as bruxas são garotas lindas, meninos com cara de anjos, como na série dos filmes Harry Potter. Nos dias atuais, Satanás aparece no vício, na corrupção, na marginalidade, na sensualidade das novelas, propagandas, nos filmes e na Cultura.

A queda de autoridades como líderes religiosos e políticos tornou-se comum diante dos nossos olhos. Graças a Deus, como diz a bíblia, existe sete mil que não dobraram seus joelhos a Baal e por causa de pessoas santas, essa terra não se torna como Sodoma e Gomorra.

Através de pessoas consagradas e da revelação do Espírito Santo, materiais como este chega as suas mãos e faz com que milhares de pessoas não sejam enganadas porque, têm Jesus como Senhor e Salvador.

Nessa página, sua vida será iluminada, ungida e você vai discernir as obras de satanás, identificá-lo e expulsá-lo, porque está escrito que Jesus Cristo veio para desfazer todas as obras do diabo.

Deus te abençoe e que você se torne cada vez mais um guerreiro capacitado para derrotar satanás, em nome de Jesus. Amém.

Pr. Jorge Linhares

(Pastor da Igreja Batista Getsêmani e Presidente do Conselho de Pastores de Minas Gerais e Vice Presidente do FENASP)

Moisés Di Souza

Moisés Di Souza
Moisés Di Souza

Pr. Moisés Di Souza (Produtor Musical e Cultural, Coordenador Nacional do FENASP )

Há algum tempo venho militando no meio Artístico-Cultural, em vários segmentos.

Produzo espetáculos musicais, discos e componho músicas. Sempre que posso articulo uma forma de levar o melhor dos artistas Cristãos para nossa sociedade que carece de vinho novo.

Quando olho para a vida do Apóstolo Paulo, fico assustado com o potencial Cultural daquele homem e principalmente como foi ousado e verdadeiro, pois ele havia estudado aos pés de Gamaliel (Atos 5.34) um dos maiores mestres de sua época. Será que Paulo deixou de usar o que aprendeu por causa do que iriam pensar ou achar os seus acusadores da época? Ou será que deixou-nos o maior de todos os exemplos quando se trata de usar a Cultura a favor do Reino de Deus, quando Diz: Fiz-me de tudo para com todos, para de alguma forma alcançar alguns?

Ou você pensa que Moisés desfez de tudo que aprendeu no Egito, para não contrariar seus irmãos judeus que eram escravos? Claro que não. Tudo que Paulo (Roma) e Moisés (Egito) aprenderam enquanto escravos do sistema em que viviam, serviu-lhes como base de conhecimento para combater as acusações e também rebater todo argumento satânico que ambos vivenciaram. Se não fosse assim, nem Moisés teria escrito o Pentateuco (os primeiros cinco livros da Bíblia) e nem Paulo teria escrito a maior parte do Novo Testamento. Em outras palavras, é como usar veneno de cobra para a fabricação de soro antiofídico. Assim, pois, usemos todo o conhecimento cultural que temos, para produzir, conversar, tocar, cantar, pregar, compor e expressar toda forma de comunicação, para chegar ao nosso alvo.

Enfim, ser Culto não é pecado. “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós (II Cor. 4.7)”. Pense nisto!

Pr. Moisés Di Souza (Produtor Musical e Cultural)

Juliana Sôlha e Moisés Di Souza

Juliana Sôlha e Moisés Di Souza
Juliana Sôlha e Moisés Di Souza - FENASP - Belo Horizonte

Queridos Irmãos,

É com muita tranqüilidade que estamos no ar através desse Blog trazendo informações que muitos de vocês não tenham conhecimento. Nosso intuito é informar e mostrar que Cultura vai muito além do que tem sido proposto.

Estamos aqui apoiados e assessorados pelo FENASP (Fórum Evangélico Nacional de Ações Sociais e Políticas) e estaremos sempre trazendo novidades, inclusive informando a vocês sobre as leis que estão tramitando no Congresso Nacional.

Seja nosso seguidor e se você tem alguma dúvida nos escreva e deixe seu contato. Atenciosamente

Juliana Sôlha

Palestrante do Seminário Conhecendo a Cultura do Inimigo

(Coordenação Nacional de Cultura e Educação FENASP)

Reportagens 24hs sobre Cultura Afro-Brasileira

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domingo, 24 de julho de 2011

A CULTURA DO INIMIGO FOI BLOQUEADA: Magno Malta aplaude juiz que proibiu filme de pornografia infantil e pedofilia 24 JULHO 2011.

"A Serbian Film : Terror sem Limites" programado pelo festival de cinema fantástico do Rio é o longa mais censurado e polêmico da atualidade

Presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, senador Magno Malta (PR/ES) manifestou total apoio ao Juizado da 1ª Vara da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro que proibiu a exibição no RioFan, festival de cinema fantástico do Rio, que programou o filme que contém  incesto, pedofilia, necrofilia, violência a granel - incluindo dois assassinatos em que a arma é um pênis - e, em seu momento mais polêmico e chocante, o estupro de um recém-nascido. “É uma produção estrangeira que violenta o público, escandaliza e faz apologia a pornográfica infantil. Não é arte, trata-se de caso de polícia”, verbalizou indignado Magno Malta.
"A Serbian Film" conta a história de um astro pornô aposentado que, por uma fortuna, aceita fazer um último filme, uma obra pornográfica com pretensões artísticas. Durante as filmagens, ele é drogado e forçado a cometer atrocidades sexuais. É o filme mais censurado dos últimos 16 anos no Reino Unido e foi liberado após 49 cortes. Na Noruega, está vetado; na Espanha, rendeu um processo ao diretor do festival que o exibiu. Também teve problemas com a lei na Alemanha e  foi censurado em seu país de origem, a Sérvia.

Por decisão da Caixa Econômica Federal,  Serbian Film foi  retirado da programação da mostra RIOFAN, em cartaz na CAIXA Cultural RJ e patrocinada por essa Instituição.” Mas o Grupo Estação, em parceria com a distribuidora Petrini Filme insistiu e ameaçou  promover uma sessão extraordinária de A Serbian Film no Cine Odeon, no sábado, dia 23 de julho. Mas a justiça não falhou e censurou no memo dia a exibição no Rio de Janeiro. “Uma medida acertada em favor dos bons costumes, da moral e da família brasileira”, elogiou Malta.

Para Magno Malta, que não assistiu o filme mas leu a sinopse, “é um pesadelo de horror, pornô violento  e criminoso com requites de crueldade”, definiu Magno Malta. No Twitter, o gaúcho Cássio Elsen, que baixou pela internet, comentou:” foi um show de horror. Pésssimo, repugnante e foge ao bom senso. O diretor deve ter tido uma infãncia atormentada e sofrida para produzir duas horas de maldade e crueldade”, concluiu

Fonte: Site magnomalta.com

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Trailler do Filme "A Serbian Film - Terror sem Limites", de Srdjan Spasojevic , uma Cultura do Inimigo que contradiz as Campanhas Contra Pedofilia em nosso País

Uma Cultura do Inimigo nas telas Brasileiras. Censurado na Europa, filme com Pedofilia está em Festival no Rio.

Por: MARCO AURÉLIO CANÔNICO
DO RIO

Há muito tempo um filme não causava tanta polêmica. Por onde passou (ou tentou passar), "A Serbian Film: Terror sem Limites" --longa que o RioFan, festival de cinema fantástico do Rio, exibe no próximo sábado-- causou um grande barulho e chocou plateias e críticos.
Sua ficha corrida fala por si: é o filme mais censurado dos últimos 16 anos no Reino Unido (só foi liberado para exibição após 49 cortes).
Na Noruega, está vetado; na Espanha, rendeu um processo ao diretor do festival que o exibiu.

                                                
Também teve problemas com a lei na Alemanha (onde o laboratório que fez as cópias as destruiu após se dar conta do conteúdo) e em seu país de origem, a Sérvia.
"Isso tudo é espantoso para mim", diz o diretor, o estreante sérvio Srdjan Spasojevic, 35, à Folha.
"Estamos no século 21, seria de imaginar que tudo já foi dito e visto, mas de novo estamos vendo uma caça às bruxas porque alguém não gostou de um filme."
Não que se possa culpar alguém por não gostar de "A Serbian Film". O longa tem incesto, pedofilia, necrofilia, violência a granel (incluindo dois assassinatos em que a arma é um pênis) e, em seu momento mais polêmico e chocante, o estupro de um recém-nascido.
"Quando terminei de assistir, senti um mal-estar, fiquei pensando 'meu Deus, o que foi isso que eu vi?'", conta Raffaele Petrini, 26, o responsável pela distribuição do filme no Brasil.
Dono de uma microdistribuidora maranhense criada neste ano, Petrini diz que pensava em lançar o filme apenas em DVD.
As polêmicas internacionais, no entanto, o fizeram considerar uma distribuição nos cinemas --ele passou em festivais em Porto Alegre e em São Luís anteontem, e tem data de lançamento programada para 5 de agosto, apesar de ainda não ter salas previstas nem classificação do Ministério da Justiça.
"Depois dos escândalos, assisti de novo, de modo objetivo, e vi que era um filme bom, apesar das cenas de violência. Ele é bem repugnante, mas não exalta a pedofilia nem a necrofilia."
METÁFORA
"A Serbian Film" conta a história de um astro pornô aposentado que, por uma fortuna, aceita fazer um último filme, uma obra pornográfica com pretensões artísticas. Durante as filmagens, ele é drogado e forçado a cometer atrocidades sexuais.
"A ideia básica era expressar meus sentimentos sobre minha região e o mundo em geral. Por isso, o protagonista é um ator pornô, como uma metáfora para qualquer profissão onde as pessoas são violentamente exploradas", explica Spasojevic.
O diretor também afirma que seu filme é uma alegoria política --a história se passa na Sérvia, como o título indica, e tem referências pontuais às turbulências recentes do país.
"Era inevitável ter esses elementos no filme. Cresci num período muito turbulento da Sérvia, com várias guerras durante minha infância, bombardeios da Otan. Como artista, fui inspirado por essas coisas, e elas não me inspiram a fazer nada bonito."
Spasojevic não convenceu seus críticos, que o acusam de querer dar um verniz respeitável a um exercício sensacionalista e depravado.
"É um pesadelo de horror pornô mal atuado e mal dirigido, que aspira a ser uma sátira do lado negro da Sérvia moderna", escreveu Peter Bradshaw no jornal britânico "The Guardian".
Kim Newman, crítico da revista "Empire", foi mais ponderado. "Cabe ao público julgar se o elemento político do filme é uma justificativa espúria para um exercício cínico e chamativo de quebra de tabus --mas deve ser o público, não os censores, a tomar essa decisão."

Fonte: Folha.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

Estudantes Africanas Cantam em Crioulo na Igreja Batista Gtesêmani


Trailler do Filme Belline e o Demônio


Curta Metragem Yansan


Filme Besouro


Laguidibá- Alcione e Matinália


FANTÁSTICO: Dicró prepara kit para ajudar a Seleção Brasileira na Copa (27/06/10)


Capoeira O Fio da Navalha parte1


Bebe que Fuma


Antropólogo Raul Lody fala sobre o Acarajé


África na Escola


Rio de Janeiro- Inauguração Cristo Redentor


Documentário Hakani


Tradição ou Crime


Infanticidio Indígena


Campanha Contra o Infanticídio Indígena



quarta-feira, 13 de abril de 2011

Espero que estas balas não cheguem no Brasil, caso contrário a caça aos pedófilos perderia a razão.

Katie Holmes | 04/04/2011 18:28
Revista Quem

“Fiquei horrorizada

Katie Holmes fala na televisão sobre as balas em formato de pênis que a filha, Suri, de 4 anos, pegou por engano numa loja, no mês passado. A cena foi registrada por um paparazzo
REVISTA QUEM


Katie Holmes contou à apresentadora Ellen DeGeneres, durante o programa exibido na sexta-feira (1º), como uma caixa de balas em formato de pênis foi parar nas mãos da filha, Suri, de 4 anos. A menina foi clicada no dia 16 de março segurando uma embalagem das balas Penis Gummies, no restaurante Serendipity 3, em Los Angeles, nos Estados Unidos. “Nós estávamos esperando por uma mesa e ela pegou algumas gomas em formato de ‘partes de menino’. Fiquei horrorizada”, disse a atriz, casada com Tom Cruise. “Achei que, se eu dissesse ‘ponha isso de volta’, então, ela ia perguntar ‘o que é isso?’. E eu realmente não queria ter essa conversa”, completou a mãe, que, após devolver a embalagem à prateleira, procurou saber com os vendedores por que aquele tipo de doce era vendido na loja. Apesar de explicar que tudo não passou de um engano, Katie tem sido alvo de críticas da própria família quando o assunto é a educação da filha. De acordo com a revista Life & Style, os avós maternos de Suri, Martin e Kathleen, estariam preocupados com a falta de limites da neta.

sábado, 2 de abril de 2011

CURIOSIDADES

Você sabe o que significa:

Shimbalaiê da música da cantora Maria Gadú?
Shimbalaiê é uma referência a aurora boreal, ao por-do-sol.
um bom exemplo é a música shimbalaiê, de Maria Gadú, nas frases:
"shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar"
Esta palavra que vem do espiritismo,usada para rituais que atraem bem estar,paz e amor.
Tem origem africana que representa a invocação dos deuses locais de uma tribo de Angola. Significa pedido de proteção, força e coragem nas situações de guerra, bem como de uma morte tranquila.


Tonga da Mironga da música de Vinícios de Morais:

Expressão que vem da língua nagô (popular na Bahia) e significa "o pelo do cu da mãe". Essa explicação foi dada pelo próprio Vinícius de Moraes, quando perguntado sobre o assunto, numa entrevista.
Canção "A tonga da mironga do Cabuletê", de Vinícius e Toquinho.



Fonte: Dicionário Informal 









domingo, 6 de fevereiro de 2011

REFLEXÃO: DAS PÉROLAS A LAVAGEM

Na Palavra de Deus é possível questionar a nós mesmos atitudes e decisões tomadas diante do Livre Arbítrio.
Jesus em João cap.14 ves. 6 diz assim:- “Eu sou o caminho a verdade e a vida; ninguém pode chegar a Deus senão por mim”.
Jesus ao lado de Deus intercede por nós.
Sem fé é impossível agradar a Deus!
Em Apocalipse cap.3 ver. “19 e 20 Jesus nós diz também:-” “Eu corrijo e repreendo todos que amo. Portanto, levem as coisas a sério e se arrependam. Escutem! Eu estou à porta do seu coração e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa (sua vida), e nós jantaremos juntos.”.
Entre nós e o Pai esta a mão sangrenta de Jesus e por isso é preciso avaliar como a vida é cheia de livramentos.
Quando se fala “coração duro” é possível imaginar e até sentir um coração duro. Como uma pedra, é difícil amaciar este coração pra escutar a palavra de Deus.
Coração de Pedra não pode ver, não pode sonhar, não pode sentir porque, além de duro e sólido, não tem vida e se cair pode quebrar.
Existem também corações leves, bonitos, bem feitos e as vezes até sopram vida, mas as mudanças não acontecem.
Estes Corações estão presos ao passado, talvez ao pecado, a crenças, opiniões e acabam engaiolados por eles mesmos.
Assim como pássaros que nasceram para ser livres e estão no cativeiro, a Visão presa fica limitada, perde a noção de espaço e o brilho das cores. Comem do que lhe oferecem e limita sua visão.
A liberdade foi dada a todos nós através do livre arbítrio de Deus e por ele Jesus derramou seu sangue para que nenhum coração fosse preso e sem vida.
Jesus quer saber como esta seu coração, bater a porta, ser convidado por você a entrar e fazer parte de sua vida.
A porta pode ser dura, sem vida, sem brilho, sem esperança e preconceituosa.
Não interessa, o importante é o sangue derramando por sua causa e diante de Deus e que por ele os anjos estão cobrando mudança e misericórdia!

Jesus veio derramar alegria em sua vida.
A Palavra de Deus diz assim em Mateus cap.13 vers45 “O Reino de Deus é como um comerciante que anda procurando pérolas finas. Quando encontra uma pérola, que é mesmo de grande valor, ele vai vende tudo o que tem e compra a pérola”.

A Pérola é algo criado por Deus que tem grande valor desde o começo de sua existência.
Uma ostra recebe das águas um simples grão de areia que dentro dela começa a feri-la e para se proteger ela cria uma camada em volta do grão e esta camada com o tempo, é que a torna uma maravilhosa Pérola valiosa.
Uma criação de Deus que vem da dor, mas que de tão valiosa é difícil de ser encontrada.
A Palavra de Deus também é como as pérolas.
Em valor e raridade, ela vem revestida pelo Espírito Santo que traz a beleza, o brilho e o valor diante dos olhos alheios.
É preciso entender a presença de Jesus a porta do seu coração para o verdadeiro valor penetrar em sua vida.
Você é livre para escolher!
A Palavra de Deus diz: - Não jogueis pérolas aos porcos!
Porcos se alimentam se lavagem, do azedo, do lixo, da sobra, dos restos.
Porcos cheiram mal, hospedam vermes e causam sensação de nojo nas pessoas.
Porcos vivem em chiqueiros!
Reflita...

Jesus quer fazer de sua vida uma nova morada para ele e recontar a sua história.
Ele traz a palavra de Deus, através dela você alimenta e sente a preciosidade do valor em sua vida, porque elas são Pérolas!

Hoje entenda o que Jesus quer fazer ao bater em a porta do seu coração!
Pense se você quer ouvir o som das Pérolas com o coração cheio de alegria.
Viver entre as lavagens comendo restos como porcos do mundo não pode valer a pena.
Deixar seu coração preso por falta de coragem e de atitude também não vai lhe fazer feliz!

JESUS TEM ATITUDE PARA MUDAR A SUA VIDA E PODE FAZER ISSO BASTA VOCÊ PERMITIR!
EU QUERO CARREGAR MUITAS PÉROLAS... EU QUERO SER COMO UMA PÉROLA E VOCÊ?

JULIANA SÔLHA

sábado, 5 de fevereiro de 2011

REFLEXÃO: QUEM É O VENCEDOR

“Quem é a régua que te mede?”
Você permite que alguém diga qual é o seu tamanho?


É preciso ter cuidado com quem você fala de sua vida , compartilha seus problemas e suas vitórias.
Os planos de Deus não podem ser frustrados por um simples deslize.
O inimigo de nossa vida vai fazer de tudo para destruir o nosso melhor.
Jesus falou aos pescadores que eles eram bons e que ia fazer deles ainda melhores.
Mudanças todos querem, mas para isso é preciso descobrir o que é mais importante e acreditar.
Não podemos ser oprimidos pelo pessimismo.
O diabo usa de artifícios para tentar convencer que valores não existem porque, o verdadeiro vencedor tem valores bem definidos e um coração alegre .
Um sorriso no rosto incomoda muita gente!
Deus te fez para ser um vencedor!
Deus tem planos para mim e para você!
Se Deus lhe deu tantos talentos, não tenha medo de usá-los porque, devemos verdadeiramente discernir e decidir fazer o que realmente vai fazer a diferença.
O que pode incomodar as pessoas não é o nome de Deus e sim o de Jesus.
Vários serão os questionamentos quanto a este vencedor e que até o fim não desistiu dos seus propósitos.
Este é o exemplo que devemos seguir e chegar à frente principalmente quando existe um preguiçoso que tenta nos resistir.
O desrespeito acontece quando você sabe que pode fazer melhor para ser feliz e não melhora aquilo que lhe impede de estar bem.
É preciso reagir diante das dores, angústias e retaliações que satanás faz para influenciar sua vida e perder as esperanças.
Acreditar em você e na palavra de Deus é que lhe garante a vitória!
O Sangue de Jesus é a única régua que te mede!
Somente Jesus pode te fazer maior ou menor!
A Proposta hoje é definir o que é preciso mudar em sua vida. Saber se existe melhorias a fazer ou algo a realizar.
Às vezes não basta orar.
Deus bronqueou com Moisés, porque havia hora que não era hora de orar e sim de agir.
”Por que clama a mim Moisés, diga ao povo de Israel que marchem”.
Isso é... Ação e fé. Não basta orar, existem horas para agir.
A Bíblia nos diz que somente os valentes conquistam riquezas.
Sair da escravidão dá trabalho . Entre a escravidão e a terra prometida vai haver um deserto.
Deserto é um lugar de aprendizado, onde se busca sabedorias e mudanças. Por isso é que devemos buscar o melhor de nós e fugir daquilo que nos afasta da presença do Pai.
O tamanho de Deus é que te faz muito maior do que você sempre acreditou ser ou ouviu dizer. É preciso ouvir a voz do Senhor e buscar a mudança que nos coloca do tamanho daquele que chega a terra prometida.
O Seu tamanho só depende do compromisso que você tem com Jesus Cristo.

Então... Qual é a régua que te mede?


JULIANA SÔLHA

A Revelação de Deus

Antes de começar a mensagem gostaria de refletir com você a respeito de algumas questões que passam despercebidas e acabam influenciando uma decisão.
Satanás é muito ardiloso e consegue invadir nosso conhecimento no geral, quando não conhecemos bem a palavra de Deus.
Ele tenta cegar o que é nítido!
A Bíblia relata que ele conhece toda a palavra de Deus e a usa para confundir até mesmo aqueles que a conhecem.
Nunca se esqueça como o pai da mentira ”o diabo” sempre vai tentar lhe confundir para que você tenha veneração a ele.
“Então, fique claro a todos diante de suas crenças que os famosos Orixás, não possuem nenhum relato, comprovação, autoridade, poder, registro histórico e Bíblico que comprovem algo capaz de superar a autoridade e a supremacia de Deus Pai.”
Somente Jesus é citado como o único homem capaz de acalmar as tempestades, parar os raios, aquietar o barco, secar uma árvore, parar o vento, trocar os montes de lugar e realmente curar os enfermos e expulsar os demônios!
Ninguém tem o poder de mudar algo senão o próprio Jesus.
E caso isso aconteça, somente vai acontecer se for declarado em nome dele e se Ele próprio permitir !

Juliana Sôlha

A REVELAÇÃO DE DEUS
João cap.6 vers. 15 e 16

Jesus trouxe a revelação de Deus.
Ainda criança ele já deixava doutores impressionados com sua sabedoria e autoridade no que falava.
Ele nunca quis ser considerado Rei por sua situação ou circunstância, o que ele sempre quis e quer até hoje é ser dono de nossas vidas!
Certa vez a Bíblia nos relata que Jesus subiu ao monte para orar, e os discípulos não o esperaram e resolveram ir para o mar.

Podemos ver nitidamente:

-Jesus sobe ao monte
-Os discípulos descem para o mar.

Os discípulos não esperaram Jesus e por isso não estavam com ele.
Estar longe de Jesus é muito difícil, porque onde ele não esta, você e eu podemos estar correndo perigo ou mesmo nos arriscando.
Temos que correr para perto dele e andar com ele.
Decisões sem a participação de Jesus pode nos levar ao fracasso.
No vers. 17 dizem assim:
“A independência de Deus em nossas decisões é que nos faz fracassar nos negócios e na vida”.

Os discípulos foram para o mar sem pedir a opinião a Jesus. Vers. 18:
Foram para o mar (zona de perigo), sem Jesus;
Sem bússola;
Sem direção.

Situações que em nossas vidas já deveriam ter parado mas, as agitações da vida, do mar, dos ventos, das tempestades, acabam por nos fazer viciar em coisa que não é de Deus.
É nesse escuro que você perde a visão.
Era quase noite e começou a escurecer e os discípulos perderam a direção.
O mar começou a se agitar em todas as direções com ventos em todas as direções.
A 6 km, no meio do mar (no mar da galileia), que mede 12 km.
A aflição daqueles homens deveria ser tamanha que não sabiam o que fazer. Não sabiam se voltavam ou continuavam.
Terminando de orar, Jesus viu que os discípulos estavam no mar e foi ao encontro deles.
Jesus veio andando pelas águas e quando os discípulos o virão sentiram medo.
Medo porque, pensaram que era um fantasma e não o salvador.
A visão como você enxerga Jesus depende do que você acredita ou esta passando, por isso você tem que conhecer o salvador.
Temos que dar graças a Deus por conhecer o salvador.
Jesus andou pelas águas e chegou por trás.

JESUS DISSE: “Não tenham medo, sou eu”.

O Barco não afundou, a tempestade parou, o vento cessou e o tempo se acalmou porque, Jesus entrou no barco e mandou que o tempo se acalmasse.
O Barco chegou ao seu destino, porque o senhor Jesus estava presente no barco!
O que temos que aprender com essa palavra vai muito além do que fazemos no dia a dia.
Nós como os discípulos às vezes não esperamos Jesus para nos acompanhar e é nestas horas difíceis que clamamos seu nome em busca de salvação.
Ele nunca se esquece de nós e esta sempre pronto a nos ajudar. Existem situações que não precisariamos passar se fossemos mais pacientes e menos egoístas.
Jesus precisa estar no barco 24hs ao nosso lado, porque sempre vai existir algo pronto para derrubar nossas vidas.

Hoje eu te convido a entrar no barco. Chegar ao seu destino, mas que você entenda que o barco não será guiado por nenhum de nós e sim pelo Deus Vivo que este pronto para nos acompanhar!

VAMOS?

(Extraído da pregação do Pastor Jorge Linhares no dia 24 de julho de 2006, Igreja Batista Getsêmani).

DAQUELE QUE ERA FORTE FOI EXTRAIDO O MEL

Os mistérios de Deus são tão exóticos que nos colocam a pensar e refletir dentro das questões humanas.
Não basta orar e viver neste mundo cruel.
É preciso descobrir como sobreviver às armadilhas, aos imprevistos, as decepções. Mesmo que seja para acertar o caminho e a porta estreita que nos leva a Deus.
Nem tudo que acontece pode ser considerado como obra do diabo, temos que buscar respostas também na carne que fomos feitos.
Carne esta, que esta cheia de manias herdadas por Adão e Eva, cheias de vontades e de faltas.
Carne que grita e agita o interior das pessoas em busca de satisfação.
Deus nos fez a sua imagem e semelhança e quando ele esta presente a sua glória resplandece na face daqueles que o servem e o amam.
A imagem e semelhança deste DEUS é mesmo um mistério, afinal pode ser uma semelhança Espiritual e uma Imagem Sobrenatural.
É preciso ter muita cautela!
Entregar sua vida a Jesus significa abrir mão dos prazeres constrangedores do mundo e deixar que o Espírito de Deus faça de você nova criatura tomada de prazeres que não tem fim!
Prazeres com profundo êxtase de alegria e satisfação de viver.
Deus não esta preocupado com o que vem a sua frente, porque ele esta no alto da sua Torre de Vigia e dela ele controla tudo!
Tudo, até o tão falado destino... Se é que ele existe!
A Torre de Vigia é muito maior e poderosa quando é habitada pelo Espírito Santo de Deus.
Esta Torre de Vigia é você que recebeu Jesus Cristo em seu coração e passou a ser morada exclusiva do Espírito Santo de DEUS.
Este é o caminho que te faz passar pelo Deserto sem desfalecer e te faz passar pela floresta sem virar comida do Leão.
Caminho que te atravessa para o outro lado do mar sem ter que nadar e se molhar!
Jesus é o caminho, é a verdade, é a vida!
Jesus é a Luz que ilumina nossos pés e nos leva adiante!
Jesus é aquele que nos carrega nos seus braços quando não conseguimos andar, aquele que mata nossa sede porque, é fonte de água viva e nos levanta quantas vezes caímos perdoando nossos pecados somente por amor de fazer parte dos nossos dias.
A Bíblia nos descreve em Juízes Cap.14 vers. 8 e 9 a história de Sansão.
Esta história me tocou muito quando meditei, porque é possível ver como este Deus é misterioso e não deixa de nos capacitar diante das dificuldades.
Deus é claro quando fala daquilo que parece ser o fim, que provoca medo, assusta , surpreende. Mas no momento certo nos faz acreditar o quanto ele é capaz de abençoar verdadeiramente!
Não finalizando sua grandeza ele ainda te alimenta na hora da fome tirando o alimento de dentro do inimigo.
Assim aconteceu com Sansão quando junto de seus pais ia ao encontro de sua futura esposa.
A Bíblia diz que quando passavam por Timna pelas plantações de uvas, um leão novo veio rugindo para cima dele, mas o Espírito de Deus entrou em Sansão e fez com que ele ficasse forte. Com as próprias mãos, Sansão despedaçou o Leão, como se fosse um cabrito. Porém não falou nada com seus pais e seguiu seu caminho.
Um tempo depois voltando à casa da moça para se casar, Sansão saiu da estrada para dar uma olhada no Leão que havia matado.
Quando chegou ficou assustado com o que viu, porque havia um enxame de abelhas e mel dentro do corpo do animal.
Então tirou mel com as mãos e saiu comendo.
Foi até onde seus pais estavam e lhes deu um pouco para comer e mais uma vez não contou o que aconteceu.
Sansão foi discreto o tempo todo, porque sabia que o que aconteceu foi obra de Deus e ele não tinha que se vangloriar com isso, pois, estava provando do cuidado do Senhor que ele servia.
Sansão comeu do mel produzido pelas abelhas e alimentou seus pais!
Isso porque, quando Deus esta cuidando de nós ele não vê a sua ou a minha dificuldade ele simplesmente resolve.
E foi o que aconteceu!
A Bíblia diz que Sansão se assustou com o que viu. Um animal depois de morto cheira mal, à sua carne deteriora , fica podre.
Mas o Leão estava lá como Sansão deixou, porém transformado por Deus!
No vers. 9 o poder de Deus detalha o seu amor através do mel.
A Abelha um inseto tão pequeno fez sua morada no corpo do feroz rei da selva e ali espalhou sua doçura.
A doçura que somente o Rei Jesus é capaz de colocar dentro do seu coração e retirar toda selvageria, toda ira, toda irracionalidade e matar o velho homem atravéz do Espírito Santo do Senhor e te transformar em morada de abelhas de Deus para fabricar mel dentro do seu coração!
Mistérios maravilhosos que parecem loucura daqueles que crêem! Esta é a chance de comer deste mel sem questionar cientificamente como pode ter acontecido!
Realmente... Acabo de ser usada por Deus para lhe dizer que ele me confiou esta palavra em revelação.
O mel que as abelhas produziram dentro do Leão morto, alimentou Sansão e seus pais e hoje quero te dizer que o Leão pode se levantar ferozmente contra você, mas o Espírito Santo te faz forte para destruir em pedaços o feroz, seja ele Espiritual, seja uma pessoa, uma causa na justiça, uma enfermidade, a vida financeira, que seja...
Nada vai prevalecer se não o poder que esta dentro de você.
Neste momento de luta, você vai voltar para buscar o mel que será fabricado e dividir do amor de Deus com outras pessoas!
O nosso Deus cuida de nós como Ovelha!
Ele quer nos alimentar e ter o nosso coração.
O nosso Deus não nos chama de Cavalo!
Ele não nos oprime;
Não invade nossa vida;
Não nos pede farofa, frango, frutas e pipocas em um Oberó como oferenda.
O nosso Deus é amor e quer nos alimentar e trazer doçura para nossas vidas.
QUE O DEUS DE ISRAEL, O TODO PODEROSO, O DEUS FORTE, O VALENTE. SEJA COM VOCÊ.
DESFRUTE DO MEL QUE AS ABELHAS PRODUZIRAM DENTRO DO LEÀO MORTO PARA TE ALIMETAR!
DEUS TE ABENÇÕE , JULIANA SÔLHA

sábado, 15 de janeiro de 2011

Uma Cultura do Inimigo

Quando em nosso Blog falamos sobre a Cultura do Inimigo, não estamos contra pessoas, pelo contrário, amamos o ser humano e a sua vida, mas falamos de alguém muito astuto, ruim e enganador.

Quando falamos da Cultura do Inimigo, da “Cultura” que confunde e engana o ser humano, é preciso pensar e avaliar o que realmente vem de Deus.
Leia com atenção alguns esclarecimentos e testemunhos de sobreviventes de uma “Cultura do Inimigo”, que mata e rouba, que faz sofrer, chorar, doer e que através de um grande espírito de confusão diz ser de Deus!

Na Bíblia... Jesus diz assim: “O Diabo veio para matar, roubar e destruir, mas Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância!”

Conheça um pouco sobre essa Cultura que maltrata e machuca o nosso país, o infanticídio é uma Cultura do Inimigo!...Satanás.

Edson Sobrevivente do Infanticídio


Edson desabafa e deixa uma palavra para nós:

“Sei a importância de um posicionamento firme com relação ao infanticídio. Há lideranças manipuladas por antropólogos que acham que os costumes são intocáveis.”

Hakani também é sobrevivente do infanticídio e sua história tornou-se documentário

HAKANI, Uma menina chamada sorriso
Hakani nasceu em 1995, filha de uma índia suruwaha.
Seu nome significa sorriso e seu rosto estava sempre iluminado por um sorriso radiante e contagioso. Nos primeiros dois anos de sua vida ela não se desenvolveu como as outras crianças. Não aprendeu a andar e nem a falar. Seu povo percebeu e começou a pressionar seus pais para matá-la. Seus pais, incapazes de sacrificá-la, preferiram se suicidar, deixando Hakani e seus quatro irmãos órfãos.

A responsabilidade de sacrificar Hakani agora era de seu irmão mais velho. Ele levou-a até a capoeira ao redor da maloca e a enterrou, ainda viva, numa cova rasa. O choro abafado de Hakani podia ser ouvido enquanto ela estava sufocada debaixo da terra.

Em muitos casos, o choro sufocado da criança continua por horas até cair finalmente um profundo silêncio – o silêncio da morte. Mas para Hakani, esse profundo silêncio nunca chegou. Alguém ouviu seu choro, arrancou-a do túmulo, e colocou nas mãos de seu avô, que por sua vez levou-a para sua rede. Mas, como membro mais velho da família, ele sabia muito bem o que a tradição esperava dele.

O avô de Hakani tomou seu arco e flecha e apontou para ela. A flechada errou o coração, mas perfurou seu ombro. Logo em seguida, tomado por culpa e remorso, ele atentou contra a própria vida, ingerindo uma porção do venenoso timbó. Para Hakani, ainda não era a hora de cair o profundo silêncio; mais uma vez ela sobreviveu.

Hakani tinha apenas dois anos e meio de idade e passou a viver como se fosse uma amaldiçoada. Por três anos ela sobreviveu bebendo água de chuva, cascas de árvore, folhas, insetos, a ocasionalmente algum resto de comida que seu irmão conseguia para ela. Além do abandono, ela era física e emocionalmente agredida.
Com o passar do tempo Hakani foi perdendo seu sorrido radiante e toda sua expressão facial. Mesmo assim o profundo silêncio não caiu sobre ela. Finalmente foi resgatada por um de seus irmãos, que a levou até a casa de um casal de missionários que por mais de 20 anos trabalhava com povo Suruwahá.

Esse casal logo percebeu que Hakani estava terrivelmente desnutrida e muito doente. Com cinco anos de idade ela pesava 7 quilos e media apenas 69 centímetros. Eles começaram a cuidar de Hakani como se ela fosse sua própria filha. Eles cuidaram dela por um tempo na floresta, mas sabiam que sem tratamento médico, ela morreria. Para salvar sua vida, eles pediram ao governo permissão para levá-la para a cidade.

Em apenas seis meses recebendo amor, cuidados e tratamento médico, Hakani começou a andar e falar. Aquele sorriso radiante voltou a iluminar seu rosto.
Em um ano seu peso e sua altura simplesmente dobraram. Hoje Hakani tem 12 anos, adora dançar e desenhar. Sua voz, antes abafada e quase silenciada, hoje canta bem alta – uma voz pela vida.
Depoimento de Paltu Kamayura
A mãe mesmo falou pra mim outro dia “Poxa! O pessoal enterrou nosso filho, agora nós só estamos com um”. É muito triste, a gente não consegue esquecer. ”

Meu filho tinha um irmão gêmeo.
Esse meu filho era gêmeo, tinha dois. Eles enterraram o outro. A enfermeira não me avisou que ela tinha gêmeos. Só na hora que nasceram as crianças, às duas horas da madrugada. Eu estava na minha casa e a minha esposa estava na casa da mãe dela. Aí, depois que nasceu a pessoa veio falar prá mim que eram duas crianças. Eu levei um susto, né? Eles me avisaram que iam enterrar as duas. Aí eu falei que não, que eu precisava pegar pelo menos uma delas. Mas a família não queria que eu pegasse nem uma das crianças.

Eu insisti e aí meu pai foi lá para segurar uma das crianças. Eles pegaram uma e enterrou a outra. Hoje a criança está aqui comigo, já tem sete meses, ta gordinho. Quando eles enterram criança, o pai e a mãe sentem falta. Como é meu caso mesmo. Até hoje eu não esqueço ainda. Porque eu estou vendo o menino, o crescimento dele, aí eu penso no outro também, poxa!

Se eu tivesse alguém que me ajudasse, eu poderia criar as duas crianças... eu falo isso. A mãe mesmo falou prá mim outro dia “Poxa! “O pessoal enterrou nosso filho, agora nós só estamos com um.” É muito triste, a gente não consegue esquecer. As pessoas que estudam sobre a “Cultura do Índio”, como antropólogos e indigenistas, eles pensam que os índios vão viver assim prá sempre, como era antes. Mas hoje já está mudando. Cada vez mais o pensamento dos jovens, da geração de hoje, vai mudando.

O meu pensamento mesmo, não é como antes. Não é como o pensamento dos antropólogos que estudaram a Cultura, que dizem “deixa ele viver assim, isso é a Cultura deles”. Não, porque a Cultura não pára, ela anda. O pensamento também anda igualzinha a Cultura. Por isso é que hoje a gente está querendo pegar todas essas crianças, até as que têm defeito. Elas são gente, não são animal, não são filho de porco ou de tatu. São gente mesmo, saíram de uma pessoa. Esse é o meu pensamento. Isso quem vai decidir é a gente mesmo. Somos nós que estamos procurando ajuda para criar essas crianças. Nós estamos procurando apoio, nós temos que conversar entre nós mesmos, aí, através dessa conversa, o governo tem que nos atender.

Muita gente já ta procurando ajuda para resolver esse problema. Meu sobrinho mesmo, o Marcelo, ele trabalha na área de saúde. Ele é auxiliar de enfermagem e está indo de aldeia em aldeia, conversando com os caciques. Ele está conversando, falando para não enterrar mais criança que nasce com deficiência, gêmeos, criança que não tem pai. Não é para enterrar mais. Gêmeos, é para pegar, é para criar, porque se a gente ficar enterrando as crianças, nossa população nunca vai aumentar. Essa é a nossa preocupação hoje. ”


Niawi - Enterrado vivo aos 5 anos de idade

Niawi era filho de um dos maiores caçadores da aldeia e irmão de três lindos meninos. Ele era o quarto. Isso fazia da família dele uma família muito especial – quatro filhos homens, que cresceriam e viriam a matar muitas antas para alimentar o povo, assim como fazia seu pai. Mas, para a tristeza da família, ele não se desenvolvia como um menino normal. Aos três anos, ainda não conseguia andar nem falar.


Apesar de ser um menino gordinho e bonito, todos percebiam que tinha alguma coisa errada. A família se sentia cada vez mais envergonhada e infeliz.O infanticídio não se resume a um número obscuro nos dados estatísticos, a um problema de saúde pública administrado pelos especialistas da área, ou a uma questão cultural debatida por antropólogos.

Várias equipes médicas estiveram na aldeia e viram o estado da criança, mas acharam que nada podia ser feito - afinal, os Suruwaha eram índios semi-isolados e os órgãos oficiais achavam que deveria ser evitada qualquer interferência. E retirá-lo da tribo seria considerado uma grave interferência cultural.

A situação de pressão aumentava e o desgosto dos pais se tornou tão insuportável que eles acabaram se suicidando quando Niawi tinha 5 anos. Toda a comunidade chorou muito a perda do grande caçador e de sua esposa. Foram longos dias de luto e de canto ritual. Quando terminaram os rituais fúnebres, o irmão mais velho de Niawi lhe deu vários golpes na cabeça até que ele desmaiasse. Depois disso, segundo relatos dos familiares, Niawi foi enterrado ainda vivo numa cova rasa perto da maloca.

Algumas mulheres jovens da tribo, chocadas mas incapazes de reagir, ficaram paradas ao redor da cova improvisada. Ficaram ali ouvindo o choro abafado do menino até que esse choro se transformasse em um profundo silêncio. Um silêncio que continua até hoje.

Meu nome é Edson Bakairi, e eu sou um sobrevivente
Quando chegou o momento de dar à luz, minha mãe sentiu as dores e foi sozinha para um lugar afastado no mato com a intenção de me matar. Tão logo eu saí de suas entranhas ela tentou me sufocar, mas como estava muito fraca não conseguiu. Ela tentou então me pendurar com cipó, mas também não conseguiu, e acabou me abandonando no mato.

Chegando a casa, ela disse para minhas irmãs mais velhas, que na época teriam entre 9 e 11 anos, para enterrar a criança que estava no mato. Disse que se estivesse vivo era para matar e enterrar para que meu pai não soubesse do nascimento. Elas saíram na direção que minha mãe tinha apontado. Quando chegaram ao local me encontraram coberto de sangue, todo sujo de terra e insetos sobrevoando. Já havia até insetos na boca e nariz, mas eu estava me mexendo.

Minhas irmãs estavam apavoradas e confusas. Lúcia, a mais velha, estava decidida a me matar e enterrar por temor da reação do pai, mas a Maria, minha outra irmã, compadecida, não permitiu e a convenceu com o argumento de que sendo um menino eu poderia ser útil. Então me pegaram e levaram-me para casa, lá cortaram o cordão umbilical com tesoura de costura, limparam-me, cortaram suas saias e me enrolaram, socaram arroz no pilão para fazer leite de arroz e me alimentaram. Depois me levaram para a minha mãe e disseram-lhe que quando fui encontrado ainda estava me mexendo, sentiram dó, não tiveram coragem de me matar e então decidiram me esconder no mato e cuidar de mim, mesmo colocando suas próprias vidas em risco. Elas enfrentaram a loucura de meu pai e lutaram para que ele não tirasse minha vida. Bem mais tarde minha mãe se apegou a mim. Aquele filho que ela tentou matar tornou-se o predileto e dono de sua maior afeição.
Edson Bakairi, líder indígena do Mato Grosso,

“Nenhuma criança tem culpa de nascer, todas as crianças têm o direito de viver. A cada criança que morre, morrem com ela o sonho e a esperança de alguém que poderia ser importante para sua comunidade, capaz de produzir mudanças, e reconstruir a história de seu povo.”


Depoimento Kamiru Kamayurá, uma mãe adotiva

Kamiru Kamayurá, mãe adotiva de Amalé, enterrado pela mãe biológica logo após o nascimento, vem lutando para convencer mulheres de sua aldeia a abandonar essa prática

Eu já vi enterrar muita criança no Xingu. Já vi isso acontecer muitas vezes. Eu acho isso errado porque eu gosto de criança. Eu, por exemplo, preciso de mais crianças, pois eu só tenho dois filhos. Ao invés de enterrar, elas poderiam dar para mim. Às vezes eu tento tirar do buraco, mas é difícil. Às vezes a mãe quer a criança, mas a família dela não deixa. É muito difícil.

Até hoje eu só consegui desenterrar um com vida, o Amalé. A mãe dele era solteira, ela chorou muito, mas o pai dela o enterrou. Ele estava chorando dentro do buraco, aí meus parentes foram me chamar. Eu entrei na casa, perguntei onde ele estava enterrado e tirei-o do buraco. Saiu sangue da boca e do nariz dele, mas ele viveu. Ele está doente, mas eu decidi criá-lo. Agora ele é meu filho. É um menino bonito, não é cachorro. É errado enterrar. Teve três crianças que eu tentei salvar, mas não deu tempo. Uma nasceu de noite e eu não vi. A minha tia também queria essa criança, gostava dela, mas quando chegou lá à mãe dela já tinha quebrado o pescoço do bebê.

Quebraram o pescoço depois enterraram. A outra eu ia tirar do buraco, não deu tempo porque eu estava do outro lado, tirando mandioca. Eu estava trabalhando e não vi. Disseram que ele também estava chorando dentro do buraco. Minha outra prima, a mãe do Mahuri, enterrou as cinco crianças que nasceram antes dele. Ela era solteira, por isso tinha que enterrar. O funcionário salvou o Mahuri porque ficou com pena, é um menino muito bonito, já está grande. A mãe dele o viu em dezembro e achou ele bonito.

Eu mesma não gosto que enterre, acho errado. Criança não é cachorro. Nós temos medo de nascerem gêmeos trigêmeos. Dizem que quando um pajé faz feitiço, podem nascer até sete crianças. Por isso as mães têm medo. Mas eu acho errado matar. Eu já falei isso para as mulheres de lá. A criança fica chorando dentro do buraco, criança pequena custa muito a morrer. Se eu vir no buraco eu tiro.


Kamiru Kamayurá
Brasília, Agosto de 2007.

Medidas que estão sendo tomadas em relação a essa Cultura


“Projeto de emenda constitucional de autoria do deputado Pompeu de Mattos” 

PEC visa inibir infanticídio étnico-cultural por indígenas
Gilberto Nascimento 

Pompeu de Mattos ressalta que fazer respeitar o direito à vida humana entre os índios não constitui afronta a sua cultura.

A Câmara analisa a Proposta de Emenda Constitucional 303/08, do deputado Pompeu de Mattos (PDT-RS), que condiciona o respeito aos direitos indígenas de organização social, costumes, línguas, crenças e tradições ao respeito à vida.
De acordo com o autor, a intenção é inibir a prática de infanticídio de ordem étnico-cultural, seja em caso de aborto seja em caso de homicídios de recém-nascidos.

“Fazer respeitar o direito à vida humana entre os indígenas não constitui desrespeito ou afronta a sua Cultura, mas, pelo contrário, configura respeito a sua particularidade Cultural no âmbito da sociedade brasileira, a qual, por meio da Carta Constitucional de 1988, considera inviolável o direito à vida de todos os brasileiros, inclusive os indígenas, e estrangeiros", argumenta o autor.

No entendimento do deputado, ao não reforçar o respeito ao direito à vida no artigo 231, que trata dos direitos indígenas, a Constituição Federal deixa entender que as práticas de homicídio em contexto étnico-cultural específico, tais como o infanticídio, são aceitas pelo ordenamento constitucional.


Tramitação
A proposta terá a admissibilidade analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovada, será examinada por uma comissão especial e, posteriormente, precisa ser votada em dois turnos pelo Plenário.

Fonte: http://www.hakani.org/pt/news_congresso.asp
Câmara dos Deputados exibe documentário HAKANI

Na manhã do dia 27 de novembro, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados promoveram uma audiência publica com a exibição oficial do documentário HAKANI, do cineasta americano David Cunningham, que aborda a questão do infanticídio nas comunidades indígenas do Brasil.
A iniciativa da Comissão contou com o apoio das organizações indígenas que integram o movimento indígena a favor da vida - FUNSAX, FOCCITT, CONPLEI, IACIB e ATINI, e trouxe ao auditório Freitas Nobre líderes indígenas de diversas etnias, todos eles comprometidos com Direitos Humanos e com o bem-estar de suas crianças.

Após a exibição do filme, o Deputado Sebastião Rocha Bala homenageou os atores mirins que trabalharam no documentário e reafirmou o compromisso da Câmara dos Deputados com os indígenas e com esta causa.
O Deputado prometeu apoio absoluto da CDHM às organizações indígenas que lutam para que os direitos de suas crianças sejam garantidos.
Os líderes indígenas Eli Ticuna e Edson Bakairi proferiram discursos brilhantes e emocionados, deixando bem claro que a luta pela vida das crianças indígenas é uma causa que é deles, e que eles não admitem mais que a situação do infanticídio seja ignorada pelos órgãos indigenistas.

No final da apresentação, Diva Kajabi, presidente da FUNSAX, exibiu um trecho do discurso do Cacique Aritana Yawalapiti, um dos líderes mais respeitados do Xingu.
"Nós estamos sempre fazendo reunião para tratar do rio, da madeira, dos minérios - a única coisa que nós não estamos prestando atenção é nas nossas crianças. Nós temos que compreender que isso é muito triste. Isso agora não pode mais acontecer." (Cacique Aritana, após assisitir o documentário Hakani.)

Fonte: http://www.hakani.org/pt/noticias_camara_exibe_documentario.asp
O povo Suruwahá

O povo Suruwahá vive no Brasil, na parte oeste da Região Amazônica.

Durante os últimos 100 anos este pequeno grupo de cerca de 120 pessoas teve contatos esporádicos com o mundo exterior. Enquanto alguns desses encontros foram positivos, em sua maioria foram devastadores.

Há várias gerações passadas, intrusos massacraram a maioria dos pajés Suruwahas. O único pajé sobrevivente deixou um terrível legado para este povo. Ele ensinou-lhes que um povo sem direção espiritual não tem esperança a não ser pelo suicídio. Assim que vaticinou o futuro do povo em um suicídio em massa comeu uma raiz venenosa e sofrendo uma morte rápida e dolorosa. Desde então, o suicídio se tornou o método Suruwaha mais comum para se lidar com a dor e a raiva. Hoje, é a maior causa das mortes entre este povo.

Apesar deste passado de dor, para os Suruwaha, beleza e força são dois dos aspectos mais importantes da vida. Estes valores são demonstrados claramente durante a cerimônia da puberdade onde cada jovem rapaz aprende que receberá honra e respeito se conseguir suportar a dor e liderar seu povo. Tais costumes geram a esperança de que um dia os Suruwaha irão recuperar o otimismo e o respeito próprio e decidir lutar contra o caminho de morte que se tornou para eles a única resposta ao sofrimento
Porque alguns antropólogos se opõem ao diálogo entre as culturas e a todo tipo de interferência?
Muitos antropólogos estão presos ao Relativismo Cultural radical e atuma visão romantizada de “pureza cultural”.
Segundo a antropóloga professora e doutora Ana Keila Mosca Pinezi, da Universidade Federal do ABC Paulista, o relativismo cultural representou, durante algum tempo, uma teoria antropológica que gozava de certa hegemonia e respondia a toda e qualquer questão relacionada a padrões culturais.
“O relativismo se opôs ao etnocentrismo extremado”, explica, referindo-se à corrente que classificava os valores da chamada civilização branca superiores a quaisquer outros - um evidente equívoco. “No entanto, sabe-se hoje, que o relativismo é mais uma teoria, entre outras, e que não pode ser tomada como uma verdade absoluta capaz de fechar a questão sobre valores culturais distintos.”

2. As sociedades indígenas têm o direito de mudar alguns aspectos de sua cultura?
A cultura é dinâmica e toda sociedade está em constante processo de mudança. Segundo Eli Ticuna, o índio é “o sujeito, arquiteto, e responsável construtor de sua cultura.”
Segundo a Dra. Keila Pinezi, “Mudanças culturais, no seio de uma sociedade, são inevitáveis.
Mais do que isso, são uma forma saudável de a sociedade sobreviver e continuar seu processo de construção contínua da identidade. O contato inter-étnico pode propiciar avanços e abrir horizontes das sociedades para repensarem seus valores e práticas.”


3. As sociedades indígenas se preocupam com a questão do infanticídio?
Sempre existiram, dentro das sociedades indígenas, pessoas que discordaram do sacrifício de crianças. Isso pode ser facilmente constatado em registros históricos e pesquisas etnográficas. Sempre houve mulheres, mães, que preferiram se opuser à tradição e decidiram criar seus filhos.

Algumas pagaram caro pela decisão que fizeram, mas mesmo assim lutaram para exercer sua autonomia.
Nos últimos anos, várias iniciativas, partidas de indígenas de diversas etnias, confirmam o desejo das sociedades indígenas de abandonar a prática do infanticídio.
Podemos citar o projeto “Casa do Kunumim Xinguano”, coordenado por seis líderes do parque Xingu, que pretende acolher crianças rejeitadas nas suas aldeias.
Há os casos das mulheres suruwahá, que se tornaram nacionalmente conhecidas pela luta que travaram pela vida de seus bebês. Um caso interessante é o da indígena Kamiru Kamayurá, que resgatou um bebê enterrado pela própria mãe, e que vem lutando para convencer mulheres de sua aldeia a abandonar essa prática. Por suas atitudes, Kamiru foi homenageada publicamente em cerimônia oficial no Congresso Nacional em maio de 2007.
Outro exemplo recente é o de Marité Txicão, da etnia Ikpeng e agente de saúde. Ele, juntamente com sua esposa Tximagu, pediu ajuda à organização Atini - Voz pela vida, para que seus filhos trigêmeos não fossem sacrificados.


4. Que tipo de ações poderia ser adotado na erradicação do infanticídio? 
O diálogo respeitoso entre as sociedades é um poderoso agente de mudança. Qualquer ação que venha a ser tomada no sentido de erradicar o infanticídio deve partir, preferencialmente, do diálogo inter-étnico e das próprias comunidades indígenas. Indígenas como Eli Ticuna, Pajé Kajabi, Iré Kajabi, Kamiru Kamayurá, Mateus Terena, Otacília Lemos e outros deveriam ser empoderados para que pudessem atuar como agentes legítimos de mudança e transformação social.

Os Conselhos Tutelares poderiam realizar seminários e formar agentes indígenas de defesa de direitos das crianças, para que estes, munidos de conhecimento da lei e dos mecanismos de proteção legalmente disponíveis, estabelecessem esse diálogo com as comunidades indígenas.


5. Toda criança brasileira tem o direito de contar com a proteção da lei. Com as crianças indígenas é diferente? 
O direito de proteção à vida é um direito fundamental e independe da etnia da criança. O direito à vida das crianças indígenas já é garantido por lei, tanto pela legislação internacional (Convenção dos Direitos da Criança, da ONU, da qual o Brasil é signatário), quanto pela Constituição Brasileira e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Até mesmo a questão do conflito entre o direito à diversidade cultural e os direitos humanos fundamentais já foi resolvido através da promulgação do Decreto 5051, assinado pelo Presidente Lula em 19 de abril de 2004. Esse decreto esclarece que as práticas tradicionais indígenas devem ser preservadas até o ponto onde essas não violem direitos humanos fundamentais, como o direito à vida.


6. Mas será que o Estatuto da Criança e do Adolescente se aplica às crianças indígenas? 
A posição de Vilmar Guarani, advogado indígena e Diretor-Geral de Defesa dos Direitos Indígenas da FUNAI são claros. Na palestra “Aspectos Jurídicos para a aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente aos Povos Indígenas do Brasil” sua posição foi contundente com relação à aplicação da ECA.

Segundo documento da oficina “O Estatuto da Criança e do Adolescente e as Populações Infanto-Juvenis Indígenas”, realizada pelo CONANDA em Brasília, nos dias 22 e 23 de novembro de 2004, Vilmar Guarani “manifestou entendimento de que o Estatuto da Criança e do Adolescente é aplicável aos povos indígenas, ressalvados os usos, costumes e tradições em conformidade com a Constituição Federal e a legislação internacional”.


7. De que maneira a Lei Muwaji, como ficou conhecido o Projeto de Lei 1057/2007, pode ajudar na erradicação do infanticídio? 
Está claro que o problema da perpetuação da prática do infanticídio não é basicamente um problema jurídico, mas sim uma questão bioética. Mesmo assim, iniciativas como a do Deputado Henrique Afonso, do PT, que vem do Acre e já tem uma trajetória de apoio à causa indígena, podem ajudar.

A Lei Muwaji propõe a obrigatoriedade da notificação nos casos de crianças em risco de infanticídio. A falta de dados confiáveis é sem dúvida um dos maiores entraves à erradicação dessa prática. A Lei Muwaji propõe também a implementação de programas de educação em direitos humanos nas sociedades indígenas e o aprofundamento do diálogo inter-étnico com vistas à garantia da qualidade de vida e dignidade de crianças que são vulneráveis em suas comunidades.
Além disso, a Lei Muwaji, mesmo antes de ser aprovada, já vem despertando o interesse da sociedade e da mídia nacional e internacional para o assunto, como o noticiário inglês Telegraph, a revista inglesa Reveals, a BBC de Londres, o documentário da tevê holandesa EO, as revistas Veja, Isto É e outras. O aprofundamento desse debate, em si, já produz frutos na conscientização da sociedade para a importância da aplicação do princípio da prioridade absoluta, preconizado pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, na defesa das crianças brasileiras, independente de etnia.


“Nossa cultura não é estável nem é violência corrigir o que é ruim. Violência é continuar permitindo que crianças sejam mortas.” 
Débora Tan Huare, Wapixana, representante do Departamento de Mulheres da Coiab



“A lei não é uma varinha de condão. Mas sem ela fica difícil animar as vontades. “
Paulo Sérgio Pinheiros, cientista político

CAMPANHA LEI MUWAJI

Centenas de crianças indígenas foram rejeitadas por suas comunidades e enterradas vivas no Brasil nos últimos anos. Essa é uma prática antiga, encontrada ainda em mais de 20 povos indígenas diferentes. Muitas dessas crianças são recém-nascidas. Outras são mortas aos 3, 5, e até 11 anos de idade.
Centenas delas são condenadas à morte por serem portadoras de deficiências físicas ou mentais, ou por serem gêmeas, ou filhas de mãe solteira. Muitas outras são envenenadas ou abandonadas na floresta porque pessoas na comunidade acreditam que elas trazem má sorte.
Meu nome é Eli e eu sou um líder indígena da etnia Ticuna, do Amazonas. Como indígena, conheço muito bem a dor que essas famílias enfrentam quando são forçadas pela tradição a sacrificar suas crianças. Mas conheço também mulheres corajosas que enfrentam a tradição e literalmente desenterram crianças que estavam condenadas à morte. Essas mulheres, mesmo sem nunca terem estudado direitos humanos, sabem que o direito à vida é muito mais importante que o direito à preservação de uma tradição.
Por causa do sofrimento do meu povo indígena, e da coragem dos meus parentes que se opõem ao infanticídio, eu me dispus a trabalhar na elaboração de um projeto de lei. O primeiro esboço saiu da minha cabeça. Numa segunda fase, contei com o apoio de uma equipe de especialistas e de um deputado federal sensibilizado pela causa.

Eu como indígena e defensor dos direitos fundamentais, conclamo a sociedade brasileira, índios e não-índios, a participar da Campanha Lei Muwaji. A primeira coisa que eu peço é que você assista o documentário HAKANI. É a história real de uma menina suruwaha que foi enterrada viva, mas foi resgatada por seu irmão de nove anos. Você vai se comover com a luta desse menino para salvar a vida de sua irmãzinha.

Depois de assistir ao filme, ajude-nos a pressionar o governo para que a Lei Muwaji seja votada com urgência. Faz exatamente um ano que o projeto de lei está parado na Comissão de Direitos Humanos. Isso mostra o total desinteresse do Congresso na causa indígena. Temos menos de um mês para fazer com que a comissão vote o projeto, senão ele vai cair no esquecimento. Nós precisamos da sua ajuda. Participe da campanha e ajude-nos a superar essa prática terrível que ceifa a vida de centenas de crianças inocentes.

Eli Ticuna

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Nossa Senhora Aparecida teve a cor modificada.

Uma nota interessante acerca da padroeira do Brasil, que conste que creio que Deus não têm cor nem raça, nem importaria se ele o tivesse:
"A padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nem sempre foi negra.
Segundo o historiador Lourival dos Santos, a imagem da santa passou por um processo de africanização imposta por devotos brasileiros.
"Eles tinham essa necessidade de uma maior identificação com um ícone religioso.
Apesar de o padrão estético valorizado no Brasil ser o europeu (branco), Aparecida passou por um enegrecimento", afirma o pesquisador(......)de formas diferentes das que conhecemos hoje.
Santos encontrou, em estampas e santinhos do início do século passado, imagens de Aparecida branca.
Para compreender como funcionou esse processo de assimilação da santa pela população e o seu enegrecimento, Santos realizou entrevistas com uma família de devotos negros.
Além disso, ele analisou as canções brasileiras referentes à santa.
Essas pesquisas foram a base da tese de doutorado de Santos, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
Aparecida, que foi encontrada no rio, ficou escura pelo tempo que passou embaixo da água e pelo incenso das velas da capela onde foi colocada.
"Tratava-se, na verdade de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, tanto que, por um bom tempo, o dia da padroeira foi comemorado em 8 de dezembro", conta o pesquisador.
Mas esse enegrecimento de Aparecida, nas representações e na população, não tem uma data exata.

Da USP on line.
Fonte:http://lusitanobr.blogspot.com

Obs: A Revista Isto É do mês se novembro de 2010 trouxe uma reportagem de nome " A Santa É " sobre a cor de Aparecida.